sexta-feira, 24 de setembro de 2010

CPT participa do II Encontro Estadual de História


A Associação Nacional de História (ANPUH), representação Alagoas, iniciou no dia 23 de setembro o II Encontro Estadual de História, no Campus da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) em Maceió. A temática central discute os “Caminhos da Diversidade: trajetórias e perspectivas da História em Alagoas” aprofundando-se sobre as questões étnicorraciais, gênero e aspectos sociais como o racismo, religiosidade e violência.

E nessa sexta-feira (24.09) a partir das 9h30 terá a mesa-redonda n°05 com o tema “Sem terras de Alagoas: história e reforma agrária”, que terá como mediadora a professora Juliana Alves de Andrade (UFRPE). E para subsidiar as discussões foram convidados: Débora Nunes (MST), Cícero Albuquerque (UFAL/Campus Arapiraca), Antonio Barbosa Lúcio (UNEAL), José Nascimento (UFAL) e José Carlos Lima – historiador e coordenador regional da Comissão Pastoral da Terra (CPT).

Confira a programação completa e outras informações no site www.al.anpuh.org.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Camponeses participam de ato público por eleições limpas

Acontece na tarde desta quarta-feira (22.09) na capital alagoana um Grande Ato Público “Collor Nunca Mais”, que também busca conscientizar a população para não realizar a venda de votos e contra os inúmeros candidatos fichas sujas, que teimam em voltar ao poder, mesmo tendo em seu currículo vários crimes de mando, prática de corrupção e sonegações.

A atividade contará com a presença de representantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de Alagoas (DCE-Ufal), lideranças de movimentos sociais, além dos 600 trabalhadores rurais que recebem o apoio da Comissão Pastoral da Terra (CPT-AL), que estão participando da Mobilização pela qualidade de vida no campo desde segunda-feira.

A concentração acontecerá a partir das 15 horas na Praça Visconde de Sinimbu, e os manifestantes percorrerão as principais ruas do Centro de Maceió.

Mobilização pela qualidade de vida no campo continua nesta quarta-feira

Camponeses e camponesas que recebem o apoio da CPT-AL estão desde segunda-feira em Maceió reivindicando seus direitos em diferentes órgãos públicos


Texto e foto: Helciane Angélica - Jornalista / CPT-AL



Cerca de 600 camponeses e camponesas que recebem o apoio da Comissão Pastoral da Terra participam hoje (22.09) às 9h, de uma audiência com o Ouvidor Agrário Estadual e técnicos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra-AL) na sede da Vara Agrária. A ação faz parte da Mobilização Estadual pela qualidade de vida no campo, que teve início na segunda-feira e exige condições dignas de sobrevivência nos acampamentos e assentamentos.

Essa mobilização é para relembrar os compromissos das instituições assumidos há algum tempo e que estão demorando para serem resolvidos. Mais uma vez, estamos saindo com uma perspectiva e a pauta mais extensa será tratada com o Incra, mas só o tempo dirá quando terá solução. As demandas das famílias não param, estão lá acontecendo e a sociedade precisa saber os problemas enfrentados”, destacou Carlos Lima, coordenador estadual da CPT.

Dentre os pontos a serem debatidos com o Incra destacam-se: a demarcação de lotes em assentamentos que já existem há mais de dois anos; medição de agrovilas; estradas de acesso deficientes em muitas áreas, inclusive, existe a dificuldade de transitar com moto ou a cavalo no período chuvoso e as pessoas precisam caminhar por várias horas; ampliação da distribuição de água potável; investir nas condições de moradia, educação e saúde; e ampliar as vistorias.

Outra importante reivindicação é a regularização das terras liberadas para as famílias acampadas que estão obtendo uma boa produção e investindo na criação de animais, a exemplo do Acampamento Bota Velha que tem famílias há dez anos resistindo em barracas de lona e em casas de pau-a-pique. Atualmente, a Justiça concedeu ordem de despejo para 186 famílias nos acampamentos Gitiana, Baixa Funda e Pachamama situado nas áreas da antiga Usina Utinga Leão. Além disso, também estão sendo ameaçadas de despejo as 17 famílias do Acampamento Flor do Bosque II que existe há três anos, é considerada uma área modelo porque já possui energia elétrica, lotes divididos, casas de alvenaria e uma produção agrícola diversificada. Todas essas áreas estão na Zona da Mata, região que possui o poder do monocultivo da cana de açúcar.

A alta sociedade só faz as coisas na pressão e se a gente acomodar, aí que as coisas não acontecem. Por isso, que a gente precisa se unir, ter esse apoio da CPT para conseguir realmente os nossos direitos”, defendeu a agricultora Josefa Maria da Silva, do assentamento Dom Helder Câmara em Murici. Os trabalhadores rurais pernoitaram na sede do Incra e montaram acampamento na Praça Sinimbu, no Centro de Maceió, e a mobilização prossegue até o final do dia.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Camponeses acampam no Incra e permanecem com mobilização













No início da noite desta terça-feira (21.09), os 600 camponeses e camponesas que recebem o apoio da Comissão Pastoral da Terra permanecem com a Mobilização Estadual pela qualidade de vida no campo. Eles irão pernoitar na sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra-AL) e também montaram um acampamento na Praça Sinimbu em Maceió, e amanhã às 9h, terá uma audiência com Ouvidor Agrário e técnicos do órgão federal na sede da Vara Agrária localizada na Rua Alcino Casado, 13, Centro em Maceió.

Governo recebe CPT e discute melhorias para os movimentos sociais

Representantes de órgãos estaduais avaliam processo de licenciamento ambiental de assentamentos


Texto: Renata Arruda
Foto: Adailson Calheiros



O secretário-chefe do Gabinete Civil, Álvaro Machado, e o diretor-presidente do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Adriano Augusto, e representantes das secretarias de Agricultura e da Educação receberam na manhã desta terça-feira (21) trabalhadores rurais ligados a Comissão da Pastoral da Terra (CPT). Na reunião, foram discutidos critérios para execução do Plano de Desenvolvimento do Assentamento (PDA).

“O diálogo com os movimentos sociais, por intermédio do Gabinete Civil, é uma ação marcante que vem sendo articulada desde o início deste governo. A cada dois meses, realizamos uma reunião no Palácio para discutir melhorias voltadas aos movimentos”, disse Álvaro Machado.

Durante a reunião, o coordenador da CPT, Carlos Lima, pediu ajuda para a execução do Plano de Desenvolvimento do Assentamento (PDA) para que, depois disso, o processo de licença ambiental de cinco assentamentos seja realizado.

O PDA é um estudo que mostra a realidade do assentamento a partir das condições de solo, clima, vegetação, água, levando em consideração também os assentados para, assim, definir um plano de ações que deve ser executado ao longo do tempo, com apoio técnico especializado, para definir a estruturação do assentamento.

Depois disso, ficam definidas a demarcação e a distribuição dos lotes, condições de moradia, localização de estradas e das áreas de reserva legal, acesso à educação e saúde, atividades econômicas a serem desenvolvidas e a organização da comunidade.

Para a realização desse trabalho, a Secretaria de Agricultura dará o suporte técnico necessário à CPT. “Só quando o PDA estiver pronto, é que acontecerá o andamento dos processos de licenciamento ambiental com o máximo de celeridade. Depois que essas licenças estiverem prontas, a CPT poderá utilizar o dinheiro repassado pelo Incra e investir nos assentamentos”, observou o presidente do IMA.

Ainda durante o encontro, os trabalhadores rurais também informaram que a Justiça concedeu ordem de despejo a seis acampamentos e solicitou ao governo estadual que esses acampamentos se tornem assentamentos.

“Quando uma ordem judicial é dada, é preciso que ela seja cumprida, mas o Estado entende a situação dos movimentos. Então, vamos checar a possibilidade de renegociação, de compras de terra por intermédio do Incra ou qualquer outra solução viável para o bem-estar das famílias”, explicou Machado.


Fonte: Agência Alagoas

Bastidores: Mobilização pela qualidade de vida no campo

Fotos tiradas por Helciane Angélica.

A primeira parada da mobilização aconteceu na sede do Ibama

Reunião com diretores do Ibama.

Sandra Menezes garantiu a doação de estacas, carvão e madeira apreendida

Saída dos trabalhadores

Visita na Eletrobrás-AL.

Audiência com Ilenildo Macena (Coordenador do Programa Luz para todos em Alagoas) e Ariovaldo Stelle (Representante Institucional da Presidência da Eletrobrás)

Agricultores exigiram que o Programa Luz para todos seja cumprido, e garanta a instalação de energia nas agrovilas.

Saída da Eletrobrás no início da manhã

Caminhada embaixo de chuva

Camponeses e camponesas percorreram a Avenida Fernandes Lima

Crianças e adultos vieram à Maceió para exigir os seus direitos

Apoio do BPtran para garantir a segurança no trânsito

Cerca de 600 trabalhadores oriundos do sertão, zona da mata e litoral norte

Caminhada rumo à audiência com autoridades do governo

Chegada no prédio da Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri)

Discussão sobre o projeto de banco de sementes que foi proposto pela CPT em 2007, e ainda não foi implantado nos assentamentos

Uma das pautas com o Governo, foi a renovação e ampliação do convênio das escolas itinerantes. As aulas estão funcionando normalmente, mas a liberação dos recursos estava emperrada

Heloisa Amaral, engenheira agrônoma, destaca a importância das licenças e as dificuldades para a execução dos PDAs (Plano de Desenvolvimento no Assentamento) - analisa as condições sociais, ambientais e produtivas nas áreas da reforma agrária, sem esse estudo, é impossível conseguir os créditos e realizar melhorias nas áreas

CPT realiza mobilização em defesa da qualidade de vida no campo


A pauta de reivindicação dos acampados e assentados é extensa e envolve vários órgãos públicos


Por: Helciane Angélica - Jornalista/CPT-AL


Teve início na tarde desta segunda-feira (20.09) a Mobilização Estadual pela qualidade de vida no campo, organizada pela Comissão Pastoral da Terra (CPT-AL), com o intuito de reivindicar melhores condições nos acampamentos e assentamentos acompanhados pela pastoral social que atua há 26 anos em Alagoas. Cerca de 600 camponeses e camponesas oriundos das 47 áreas da CPT (litoral norte, zona da mata e sertão) participam da ação.

As audiências tiveram início com a visita ao IBAMA, para solicitar a doação de madeiras, carvão, estacas e equipamentos que são apreendidos e ficam entulhados por longos períodos e que poderiam melhorar as vidas das famílias camponesas. Ficou agendada uma nova reunião para segunda-feira às 15h, quando o corpo técnico, ouvidoria, técnicos agrícolas da CPT e representantes dos trabalhadores rurais para ampliar as discussões e o garantir um mapeamento eficaz sobre a quantidade de material e para onde serão destinados, além disso, também estará em pauta o projeto de instalação de um viveiro no assentamento Flor do Bosque.

À noite, foi a vez de dialogar com os gestores da Eletrobrás e exigir que o Programa Luz para todos seja efetivado, pois tem áreas que estão há três anos sem energia elétrica, a exemplo das agrovilas situadas nos assentamentos Rio Bonito (Flexeiras), Padre Cícero e Nossa Senhora Aparecida (Água Branca); e os acampamentos Pedra Redonda (São José da Laje), São Sebastião (Fleixeiras), Boa Viagem (Olho D’água do Casado), Virgem dos Pobres (Major Isidoro), Santa Mônica (Belo Monte). Também o cumprimento da promessa de ter energias nos lotes do assentamento Dom Helder em Murici, onde os camponeses querem investir na irrigação e estão sendo impedidos.

A gente não precisa da energia elétrica apenas para ter nas casas, mas para ajudar nos nossos trabalhos na lavoura. Os transformadores que eles colocam são muitos fracos, porque não suportam as bombas para a gente fazer a irrigação na roça, queima lâmpadas e é capaz de queimar os poucos eletrodomésticos que a gente tenta ter”, declarou o assentado Genival de Lima Santos.

A reunião teve um saldo positivo, os gestores da Eletrobrás ouviram as dificuldades em cada área e garantiram a finalização dos trabalhos até novembro em dois assentamentos sertanejos, e na próxima terça-feira iniciarão as visitas nas demais. localidades Os camponeses dormiram no prédio e agora no início da manhã seguirão em caminhada pela Avenida Fernandes Lima até o Palácio República dos Palmares, onde discutirão a pauta de reivindicação junto ao governo.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Resultado do Plebiscito Popular será divulgado nos dias 18 e 19 de outubro


Plenária Nacional reunirá representantes de todos os estados em Brasília para fechamento do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra



"Se é contra o latifúndio, eu voto sim!" Esta foi uma das frases mais ouvidas durante a votação do Plebiscito Popular pelo Limite de Terra que começou em todo Brasil no último dia 1º de setembro, teve grande mobilização no dia 7 durante o Grito dos Excluídos, e se estendeu até o dia 12, em virtude da grande procura da população para participar deste que foi o gesto concreto do povo brasileiro contra a concentração de terras e poder no país.

A população brasileira também foi convidada a participar de um abaixo-assinado que continua circulando em todo país até o final deste ano. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para que seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.

Já o plebiscito popular, além de consultar a população sobre a necessidade de se estabelecer um limite máximo à propriedade da terra, tem a tarefa de ser, fundamentalmente, um importante processo pedagógico de formação e conscientização do povo brasileiro sobre a realidade agrária do nosso país e de debater sobre qual projeto defendemos para o povo brasileiro. Além disso, o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade de Terra veio como um instrumento para pautar a sociedade brasileira sobre a importância e a urgência de se realizar uma Reforma Agrária justa em nosso país.

A proposta da Campanha Nacional pelo Limite da Propriedade de Terra visa pressionar o Congresso Nacional para que seja incluído na Constituição Federal um novo inciso que limite o tamanho da terra em até 35 módulos fiscais - medida sugerida pela campanha do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA). Áreas acima de 35 módulos seriam incorporadas automaticamente ao patrimônio público e destinadas à Reforma Agrária. Caso a proposta seja aprovada, apenas cerca de 50 mil grandes propriedades de terra seriam atingidas no país.

Além das 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, também promovem o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, a Assembléia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial das Pastorais Sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).


Fonte: Assessoria de Comunicação FNRA - www.limitedaterra.org.br

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Camponeses vinculados à CPT participam da Feira Agrária

A solenidade de abertura da Feira da Reforma Agrária promovida pelo MST-AL contou com a presença de várias autoridades


Texto e fotos: Helciane Angélica


Teve início na quarta-feira e segue até o dia 12 de setembro na Praça da Faculdade em Maceió, a 11ª Feira da Reforma Agrária que é promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Assim como a Feira Camponesa da Comissão Pastoral da Terra (CPT), tem como principais objetivos: ampliar o escoamento da produção campesina e desmitificar a imagem negativa que muitas pessoas têm em relação aos sem-terra.

Como de costume, existe a integração entre essas entidades que lutam pela reforma agrária e defendem os direitos das famílias camponesas, e alguns trabalhadores rurais de áreas acompanhadas pela CPT foram convidados para vender seus produtos e encontram-se distribuídos em quatro barracas.

Para o agricultor Heraldo Antônio da Silva, do assentamento Dom Helder Câmara em Murici, que faz parte há dez anos da CPT afirmou que vale muito a pena participar de outras feiras e já foi por três vezes à feira agrária. “Eu gosto de participar das nossas feiras [feira camponesa e itinerantes], das feiras livres nos municípios e as de outros movimentos. A luta é uma só, e tenho certeza que meus companheiros não ficam chateados se eu participar. E também porque é importante para mostrar o resultado do nosso trabalho para a população”, declarou.

Os camponeses vinculados à CPT estão comercializando: farinha, abóbora, inhame, macaxeira, laranja, banana, tapioca, beiju e pé de moleque. Além disso, a assentada Eliede Lino dos Santos do Assentamento Maria Madalena localizado em União dos Palmares instalou um pequeno restaurante camponês com refeições regionais (inhame, macaxeira, cuscuz, charque, guisado de boi, feijão tropeiro, galinha de capoeira, bisteca de porco, etc) por apenas por R$5. Essa é a primeira vez que ela participa desta feira e informou que não vai perder mais nenhum convite, pois desde a organização da infra-estrutura têm atraído muitos clientes.















Plebiscito

No local também encontra-se na barraca que vende os livros, está disponível uma urna do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra que está ocorrendo em todo o Brasil. A atividade busca diminuir a grande concentração de terras e investir na soberania alimentar e territorial das famílias camponesas. A votação foi acontecerá até domingo.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Bastidores - Grito dos Excluídos em Alagoas

Por: Helciane Angélica - Jornalista/CPT-AL

Concentração em frente à Rodoviária de Murici

Os participantes oriundos da capital alagoana chegaram em ônibus concedidos pela comissão organizadora

Mobilização social e de integração entre o campo e a cidade

As pessoas também puderam participar do plebiscito nacional

Deram suas opiniões sobre o Limite da Propriedade da Terra

A votação segue até o dia 12 de setembro

Aos fundos, os galpões onde as famílias estavam alojadas

São dezesseis anos reivindicando os direitos dos oprimidos

Integrantes de pastorais sociais, religiosos, estudantes e movimentos sociais

Trabalhadores da CPT-AL também registraram presença

Carlos Lima ressalta a importância do Grito

Estudantes na mobilização

Pronunciamentos

Caminhada até o acampamento

Padre Rogério, Coordenador das Pastorais Sociais, entoou os cânticos da Igreja

Policiais da Força Nacional estiveram no local, pensando que poderia ser uma invasão

O mal-entendido foi resolvido e a caminhada prosseguiu

As barracas para onde as famílias foram transferidas durante à madrugada

Padre Manoel Matos exaltou sua indignação após conversar com moradores

Moradores relatam suas dificuldades

Visita à Comunidade Portelinha (MTL) que existe há três anos

Manifestantes percorreram as principais ruas da cidade

Breve parada na Praça Padre Cícero

Padre Alex relatou que muitas famílias ainda sofrem com inegistência de políticas públicas, após uma outra enchente, que ocorreu há 10 anos.

Encerramento na Igreja Santa Tereza - momento de renovação da luta e fé.