segunda-feira, 17 de abril de 2017

Jejum reafirma compromisso cristão com os pobres da terra


A Comissão Pastoral da Terra de Alagoas realizou na sexta-feira que antecedeu a semana santa, dia 7 de abril, o 18º Jejum em solidariedade aos que passam fome e outras necessidades no mundo. A atividade reuniu religiosos e agentes pastorais durante todo o dia no prédio Walmap, sede do Incra. O ato de fé consiste em substituir o alimento orgânico pelo alimento espiritual, por cânticos e pela leitura bíblica.

Este ano, a atividade refletiu sobre o tema da campanha da fraternidade, cultivar e guardar a criação, a partir das palavras da Irmã Gelda da Congregação Filhas do Sagrado Coração de Jesus. Para ela, o papel do homem e da mulher é cultivar e guardar a obra de Deus.



“O jardim do Éden, quando foi criado por Deus, não tinha nenhuma planta, porque ainda não tinha chovido e não tinha o homem para cultivar. Então, o que está dito é que a presença do homem na terra não era para explorar, mas para cultivar e guardar a natureza. Hoje, está faltando homens e mulheres que façam crescer e guardar a natureza”, afirmou a Irmã Gelda.

“Não é esta aqui a natureza que eu quis./ Que tomba indefesa, perdendo a beleza./ Trazendo a tristeza, na terra que eu quis”. Embalados pela canção de Benedito Prado, a Construção do Plano, os presentes no jejum cantaram e pediram perdão a Deus, na esperança de construir um mundo novo.

O jejum da solidariedade contou ainda com reflexões conduzidas pela Irmã Cícera e pelo coordenador da Pastoral da Terra, Carlos Lima. Ao fim do dia, o pão foi repartido e compartilhado entre os presentes.





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